O seguro condominial é obrigatório por lei, mas muita apólice cobre só o básico e deixa o síndico exposto. A gente faz um diagnóstico do seu prédio e mostra o que está coberto, o que não está e onde estão os limites antes de você renovar.
Quando algo grave acontece na área comum, a conta costuma cair em rateio para os condôminos — e a cobrança pode sobrar para o síndico. O seguro existe para tirar esse peso, dentro do que a apólice prevê. Veja onde estão os riscos mais comuns.
Um princípio de incêndio na garagem, na casa de máquinas ou em um apartamento pode atingir toda a estrutura. A cobertura básica do seguro condominial costuma mirar exatamente isso — confirme limites e o que está incluído na apólice.
Telha que cai, piso molhado que causa queda, acidente na área de lazer: o condomínio pode ser responsabilizado por danos a terceiros. A RC ajuda a cobrir esses casos, conforme os limites e exclusões da apólice.
Elevador é fonte clássica de risco e de custo. Dependendo da apólice e da seguradora, dá para incluir danos ao equipamento e à responsabilidade por acidentes — a gente confere o que cabe no seu caso.
Queima de portão automático, bomba d'água, motor ou quadro elétrico por curto ou raio é dor de cabeça frequente. Há coberturas para danos elétricos, quando disponíveis na apólice contratada.
Infiltração, cano estourado e alagamento na área comum geram prejuízo e briga entre vizinhos. Algumas apólices preveem danos por água — vale checar exatamente o que entra e o que fica de fora.
Apólice vencida ou cobertura abaixo do necessário deixa o síndico em situação delicada perante a assembleia. A gente acompanha vencimento e limites para você não ser pego de surpresa.
Antes de falar em preço, olhamos o tipo de condomínio, o número de unidades, elevador, portões e área de lazer. Assim a apólice protege o que o seu condomínio realmente tem, e não um modelo genérico.
Somos corretora: pesquisamos opções no mercado e traduzimos coberturas, limites e exclusões em linguagem que você apresenta na assembleia. Você decide com clareza, sem juridiquês de apólice.
Avisamos do vencimento antes de virar problema e ajudamos a organizar a documentação se acontecer um sinistro. Quando o condomínio mais precisa, você tem com quem falar.
Sim. A legislação brasileira exige que o condomínio mantenha seguro contra risco de incêndio e outros que possam causar destruição total ou parcial da edificação. Na prática, é responsabilidade do síndico manter a apólice em dia. A gente ajuda a verificar se a cobertura atual cumpre a exigência e o que faz sentido reforçar.
Não dá para cravar um valor sem analisar o condomínio. O preço depende de fatores como tipo de construção, número de unidades, itens como elevador e área de lazer, e das coberturas escolhidas — e varia de uma seguradora para outra. Por isso fazemos o diagnóstico antes: a partir dele, buscamos cotações reais para você comparar.
Costuma partir de uma cobertura básica ligada a incêndio e danos à edificação, e pode incluir itens como responsabilidade civil, danos elétricos, elevador, vazamentos e outros — sempre conforme a apólice e a seguradora. Como cada contrato tem limites e exclusões próprios, a gente explica o que está dentro e o que fica de fora antes de você contratar.
Vale, e é gratuito. Muitas apólices renovam no automático sem ninguém revisar se a cobertura ainda combina com o condomínio. Fazemos o diagnóstico, comparamos com o que existe no mercado e mostramos onde há sobreposição, lacuna ou espaço para melhorar — você não fica obrigado a trocar nada.
Conte como é o seu condomínio e a gente analisa a proteção, explica os limites e compara seguradoras para você. Gratuito, sem compromisso e sem empurroterapia.
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